
E se um dia cair a tua espada
Saibas que não serás amada
Senão pela morte
Toda a má sorte te procurará
Quem para de lutar é sempre atingido
Em cada esquina um estampido
Rajada no ar
Troques o terror pela fúria
Explodas como fogo de dragão
Bala de canhão
Porque o vil torrão
Não tem dó de nada
Cries as próprias asas de cera
E sigas a caçar moinhos
Ateu Poeta
16/05/2014
Nenhum comentário:
Postar um comentário